Segundo a militante, de 23 anos, o pedido de asilo foi feito em fevereiro e recebido recentemente. As autoridades francesas não puderam confirmar a informação, que é considerada "confidencial" pelo escritório de Proteção dos Refugiados e Apátridas. De acordo com os documentos da militante, a decisão foi tomada no dia 9 de abril.
A escolha da França, diz, foi estratégica, porque para desenvolver o movimento, "precisamos de um lugar, de um país", disse.Ela também lembrou que sofre ameaças em seu país por ter cortado uma cruz ortodoxa com uma serra elétrica, em apoio às integrantes
>>>