Tunisina deixa grupo feminista Femen, que acusa de islamofobia
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"Não quero que o meu nome esteja associado a uma organização islamófoba. Não gostei da ação em que as mulheres gritaram 'Amina Akbar, Femen Akbar' [como Allah Akbar, ou Deus é grande], defronte da embaixada da Tunísia em França, onde queimaram uma bandeira [dogma fundamental do Islão] junto à mesquita de Paris", disse à edição magrebina do 'site' de informação Huffington Post.
"Isto atingiu muitos muçulmanos e muitos dos meus familiares. É preciso respeitar a religião de cada um", acrescentou, de acordo com a agência noticiosa francesa AFP.
Amina referia-se a duas >>>
